Houve um tempo em que numa ilha muito pequena,
confundida com o paraíso,habitavam os sentimentos
como habitamos hoje a terra. Nesta ilha, viviam em
harmonia o Amor, a Tristeza, a Sabedoria, a Vaidade,
a Alegria, a Riqueza e todos os outros sentimentos.
Um dia, num desses em que a natureza parece revoltar-se,
o Amor acordou apavorado porque sentiu que a sua ilha
estava sendo inundada. Mas esqueceu-se logo do medo
que sentia e cuidou para que todos os sentimentos se salvassem.
Todos correram e pegaram seus barcos e fugiram para
um morro bem alto, de onde poderiam ver toda a ilha
sendo inundada mas não corressem perigo. Só o Amor
não se apressou. O Amor nunca se apressa. Ele queria
ficar um pouquinho mais em sua ilha.
Mas, quando já estava quase se afogando, o Amor
lembrou-se que não poderia morrer.
Então correu em direção aos barcos que partiam e gritou
por socorro. A Riqueza, ouvindo seu grito, tratou logo de
responder que não poderia levá-lo, pois com todo o ouro
e prata que carregava temia que seu barco se afundasse.
Passou então a Vaidade que também não poderia levá-lo,
uma vez que ele, o Amor, se sujara por demais ajudando
aos outros e ela, a Vaidade, não suportava sujeira.
Logo atrás da Vaidade, vinha a Tristeza, que sentia-se
tão profunda que não queria a companhia de ninguém.
Passou também a Alegria, mas esta, tão alegre estava,
não ouviu o pranto do Amor.
Sem esperanças, o Amor sentou-se na última pedra
que ainda se via sobre a superfície da água e começou
a minguar. Seu pranto foi tão triste que chamou a
atenção de um velhinho que passava com seu barco.
O velhinho apanhou o Amor em seus braços e o levou
para o morro alto, junto aos outros sentimentos.
Recuperando-se, o Amor perguntou a Sabedoria quem
era o velhinho que o ajudara.
Sabedoria respondeu que tinha sido o Tempo.
O Amor questionou: - Por que só o Tempo pode me
trazer até aqui? A Sabedoria então lhe respondeu:
- Porque só o Tempo tem a capacidade de ajudar o Amor
a chegar aos lugares mais difíceis e entender a todos aqueles
que agem com Amor
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
AMIGO...
Quando você estiver triste...
Eu vou te ajudar a planejar uma vingança contra o mané que te deixou assim.
Quando você me olhar com desespero...
Eu vou enfiar o dedo na sua goela e te fazer por pra fora o que estiver te engasgando.
Quando você sorrir...
Eu vou saber que você deu uns pega em alguém ou em alguma coisa.
Quando você estiver confuso....
Eu vou explicar pra você com palavras bem simples porque eu sei o quanto você é burro.
Quando você estiver doente...
Fique bem longe de mim até se curar. Eu não quero pegar o que quer que você tenha.
Quando você cair...
Eu vou apontar pra você e me mijar de rir.
Você me pergunta, 'Por quê?' Porque você é meu amigo!!!!
** Observação final: ** '
Um amigo de verdade não é aquele que separa uma briga sua e sim aquele que chega dando voadora.'
Quando você estiver triste...
Eu vou te ajudar a planejar uma vingança contra o mané que te deixou assim.
Quando você me olhar com desespero...
Eu vou enfiar o dedo na sua goela e te fazer por pra fora o que estiver te engasgando.
Quando você sorrir...
Eu vou saber que você deu uns pega em alguém ou em alguma coisa.
Quando você estiver confuso....
Eu vou explicar pra você com palavras bem simples porque eu sei o quanto você é burro.
Quando você estiver doente...
Fique bem longe de mim até se curar. Eu não quero pegar o que quer que você tenha.
Quando você cair...
Eu vou apontar pra você e me mijar de rir.
Você me pergunta, 'Por quê?' Porque você é meu amigo!!!!
** Observação final: ** '
Um amigo de verdade não é aquele que separa uma briga sua e sim aquele que chega dando voadora.'
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